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A HISTÓRIA MAL CONTADA - A EVOLUÇÃO

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A HISTÓRIA MAL CONTADA - HÉRCULES

A HISTÓRIA MAL CONTADA - MOISÉS

A HISTÓRIA MAL CONTADA

FRASES DO WILSON FIGUEIREDO, PICLEIRO.

O picles era o twitter de antigamente. Picles era uma seção de O Pasquim onde apareceram frasistas geniais COMO Fraga, Dirceu, Aldu, Sylvio Abreu e também Wilson Figueiredo. Todos eles ainda estão aí, publicando. As frases abaixo eu tirei da obra do Wilson, ele mora em São Paulo, nasceu em Catanduvas. O, livro foi publicado pela editora Coleção Best-Seller Inédito:

O ELEFANTE POTÁTIL - de Wilson Figueiredo.
- Meia-idade é a fase em que a pessoa tem receio de confessar a idade inteira.
- No amor a reação é estranha: a gente leva um pé na bunda e fica com dor de cotovelo.
- Sem-teto é alguém que nem pode levar desaforo pra casa.
- No início, o colonizador explorava nossas riquezas. Hoje quer explorar a pobreza também.
- Inflação é o preço que estava um abasurdo estar agora uma barbaridade.
- Exceção é alguém escreve certo a palavra exceção.
- Tem casa tão pequena que um quarto parece um oitavo.
- Quem sofre de impotência não anda por aí de cabeça erguida.
- O gordo quando cai em si, faz um barulho enorme.
- O salário mínimo é uma vergonha. por aí se vê como a vergonha é pequena atualmente.

A MÃO E A CUMBUCA

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O SONHO DO PMDB

O TEMA É MILÍCIA

O TEMA É MILÍCIA

MONUMENTOS AOS HERÓIS DA PÁTRIA

VELHOS HÁBITOS

Dormirás o sono eterno,
Mas descobrirás que não é eterno coisa nenhuma.
Quando acordares ao som das trombetas
E dos estalos dos ossos de esqueletos
Recentes e do tempo imemorial
Que se levantam mortos de medo
Para enfrentar a fila do Juízo Final,
Tu dirás:
— Ter que acordar tão cedo,
Meu Deus, como é injusto!
E não te levantarás.
Virarás para o canto e pedirás:
— Me deixem dormir mais cinco minutos!

CARTUM

O TEMA É TORTURA

domingo, 9 de janeiro de 2011

O TEMA É TORTURA

ATLAS GLOBALIZADO

EUA QUEREM MUDAR REGRAS DA CIDADANIA

A DIFÍCIL REABILITAÇÃO

Ele disse à desconhecida que estava ao seu lado no balcão:
– Não estou mais preso ao casamento; acabei de sair.
Ela o olhou com desdém:
– Ah, então você é um ex-presidiário!
– Você tem vaga pra mim?
Ela o olhou de cima em baixo:
– Eu vou te dar trabalho.
– Trabalho é tudo que um ex-presidiário precisa.
De fato, ela deu trabalho, foi difícil conquistar a vaga ao seu lado e duas semanas depois ele estava novamente preso.

CARTUM

FISIOLOGISMO

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O MÍNIMO QUE SATISFAZ

SEGUNDO ESCALÃO

O AQUÁRIO

Waltencir tinha ao lado de sua mesa onde trabalhava um aquário com um peixe chamado Cleo. As pessoas que trabalhavam na firma amavam Cleo, mas só souberam disso no dia que Waltencir foi demitido; seu chefe alegou cortes necessários.
O clima do escritório mudou depois disso: dava para sentir o baixo astral no ar e o sentimento de perda no rosto dos funcionários. Durante o expediente nos dias que se seguiram ouviam-se frases como essas:
– Gente, quando entro cumprimento todo mundo, mas agora falta o “bom dia, Cleo”.
– Não consigo trabalhar direito, sinto falta de alguma coisa e os meus olhos estão sempre procurando o Cleo.
Até o rabugento do seu Clovis, que implicava com o peixe, confessou: –– Sinto falta de xingar aquele peixinho nojento.
A produtividade daquele setor caiu e quando a contabilidade mostrou os números o chefe chegou a acusar o “desgraçado” do Waltencir, afinal levara o aquário e o peixe, que eram da firma e que aquilo vinha desmotivando os funcionários.
– Não – respondeu a psicóloga da empresa – o peixe foi Waltencir que comprou.
– Com dinheiro da firma – gritou o chefe, mostrando o quanto ele também gostava do Cleo.
Para acabar com o clima de velório, o chefe ligou para a casa do Waltencir, disse que queria recontratar o Cleo.
– O Cleo só vai se eu for.
Não teve jeito, Waltencir voltou ao escritório levando o aquário. Fizeram uma comemoração ruidosa, foi um dia de festa, como se fosse uma festa de fim de ano antecipada.
Pelos motivos errados Waltencir levou fama de “ser o peixinho do chefe”

CARTUM

SE DIRIGIR...

O QUADRO ATUAL

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O POLITICAMENTE CORRETO E A CRIAÇÃO

LENDAS INDÍGENAS PONTO COM

As lendas indígenas, antes, eram contadas pelos mais velhos em volta da fogueira, e iam passando de geração em geração. Hoje, com os índios tendo acesso à internet, essas lendas vêm sofrendo influências da globalização e elas atualmente são retransmitidas via e-mail e andam um pouco com a síndrome do “crioulo doido” do Stanislaw Ponte Preta.

A ORIGEM DO TROVÃO

Tupã, enquanto viveu na Terra, bebia cauim. Tupã teve problema no fígado e foi viver no céu com os outros deuses e lá só tomava refrigerante. O trovão é o arroto de Coca Cola de Tupã.




OS DEUSES MORDEM E ASSOPRAM

Índio sempre manteve contato com a terra, por isso andava descalço. Para comer índio caçava na floresta que era protegida por Anhangá, que botava espinhos para que indio não matasse os bichos. Mas o generoso Tupã fez com que índio nascesse com a sola do pé grossa. Mas o branco acabou com floresta e Anhangá foi subornado pelo agronegócio. Branco trouxe loja e supermercado e índio não caça mais, por isso a sola do pé de índio ficou fina. Deve ser coisa de Anhangá, esse traíra. Mas Tupã ficou com pena dos índios e mandou de presente a chinela de dedo chamada “Havaiana”.


OS MALES DO AÇÚCAR

Índio que era índio não ia ao dentista, índio que era índio nem conhecia o açúcar. Hoje índio tem cárie e tem que tomar cuidado para preservar nem que seja um dente na boca: para rasgar o pacote de camisinha.

EU NASCI HÁ DEZ MIL ANOS ATRÁS

PMDB OLIVER TWIST

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O ROUBO

A cidade de Nife é uma cidade pequena, de uns 20 mil habitantes. Foi nessa cidade que aconteceu um roubo que foi facilmente desvendado pelo delegado Zé Marrom.
Houve uma invasão na casa da rica viúva dona Catarina Albuquerque Rondonelli. O ladrão entrara na casa na ausência da proprietária e roubara o seu colar de esmeraldas. Quem fez isso foi descuidado ao deixar um livro bem ensebado no quarto, sobre a cômoda, de onde tirara a jóia. O livro era “As 1001 noites”. O delegado folheou o livro e viu um trecho marcado, leu e disse para a viúva.
– Já sei quem pegou o seu colar de esmeraldas, dona Catarina. Foi o Doidinho.
– Doidinho não é o filho da dona Ninita? Aquele que era inteligentíssimo e ficou doido de tanto ler e estudar?
– Esse mesmo. É o maluco folclórico da cidade há uns 30 anos, desde quando largou a faculdade de Letras na capital e veio morar com a mãe. Quem mais na cidade carrega um livro pra lá e pra cá o dia inteiro?
Na casa do Doidinho sua mãe, muito idosa, disse não acreditar que ele era o ladrão, mas deixou o delegado e dona Catarina falar com o filho. O delegado mostrou o livro pra ele.
– O livro é meu – disse Doidinho: – Os livros ensinam a gente muita coisa. Resolvem nossos problemas.
– Você está com um problema e roubou o colar, não é isso?
Dona Catarina, ainda sem entender, perguntou:
– Delegado, o que tem nesse livro que fez com que o Doidinho roubasse meu colar?
O delegado leu o trecho marcado:
– As 1001 noites. Noite 272. Abre aspas. “... a pedra de esmeralda, cuja cor, como se sabe, é a verde, e cujas propriedades escondidas são indescritíveis e autênticas, pois serena as tempestades, mantém a castidade de seu portador, afugenta a disenteria e os maus espíritos, decide favoravelmente um litígio e é de grande socorro nos partos”. Fecha aspas.
– Quer dizer que esse louco roubou meu colar de esmeraldas porque queria todos esses poderes que o livro diz?
– Ele só queria as pedras de esmeraldas para curar a disenteria.
Doidinho explicou que já havia tomado quatro das oito pedras, “de 4 em 4 horas”, como remédio. O delegado sentou-se e disse para a mãe do maluco:
– Dona Ninita, faz um café e traz o penico para o Doidinho. Nós vamos esperar.

MONUMENTOS AOS HERÓIS DA PÁTRIA

COMPANHEIROS, A LUTA CONTINUA

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

FANTASMAS

TRABALHO ESCRAVO: 88 EMPRESAS NA LISTA SUJA

PAPO DE ÍNDIO

Aristides ia de carro para o trabalho. Saía às 7 horas de casa e às 8 estava no trabalho. Já havia reparado que na parte da manhã ele não “funcionava”, suas atividades eram lentas e desastrosas, ele era hesitante e inseguro, não tinha iniciativa e era lento de raciocínio. Mas quando o relógio marcava 11 horas ele virava outro: era ágil, inteligente e bom de serviço. O exemplo mais claro era que, se um colega lhe contasse uma piada, por exemplo, às 9 horas ele só ia rir depois das 11. Ele era considerado o “esquisitão” do escritório.
Para a diretoria ele era avaliado como de médio a fraco. Aristides vivia tenso porque temia perder o emprego. Começou a se achar um retardado mental.
Um dia, no dentista, leu numa revista um fato curioso, mas que salvou sua vida e seu emprego.
Uma tribo de sioux foi convidada pra ir a Washington visitar o presidente dos Estados Unidos. Os indios chegaram de avião e não foram diretos para a Casa Branca, ficaram um mês no aeroporto. Os sioux ficaram sentados 30 dias no saguão do aeroporto esperando que seus espíritos chegassem, já que os espíritos não viajaram de avião.
“É isso que estava acontecendo comigo”. Pensou Aristides. “Eu chego ao trabalho às 8 e meus espíritos só aparecem 3 horas depois. Aristides passou a chegar no escritório às 5 horas da manhã e ficava esperando seu espírito chegar às 8; e, juntos, iam trabalhar super bem dispostos. Aristides foi promovido.

CARTUM DO DIA

A LUTA COMEÇOU

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

COMIDA CANIBAL

NOME A ZELAR

No amplo apartamento do Juca a suruba rolava tranqüila quando, entre gritos, sussurros e carinhosos palavrões ouviu-se uma palavra que silenciou a todos e paralisou todos os eróticos movimentos: ‘penetra’.
– Epa! Tem penetra na suruba? – alguém perguntou.
– Não era só gente selecionada? Quem é o penetra?
– Em se tratando de suruba a palavra “penetra” deve ter sido dita no sentido de fora pra dentro e não penetra no sentido de alguém não convidado – tentou explicar o Nivaldo.
– Peraí... pode ser algum paparazzo.
– Um detetive que meu marido mandou me seguir – disse a Dorinha apavorada.
– Juca, o dono da casa e anfitrião da suruba, saiu de entre um bissexual e um “você é o que?” para tomar uma atitude e não deixar cair a temperatura.
– Calma, calma... conheço todo mundo aqui! – Olhou para um por um e se deteve num rapaz franzino – Menos você.
– E... e.. eu sou o Djalminha, amigo do Marcelo – ele gaguejou nervoso.
– Que Marcelo? Não tem nenhum Marcelo aqui.
Vendo que o tal Djalminha ainda de meias e cueca Regininha falou.
– Pô, a suruba já tá rolando há horas e você ainda tá vestido.
– Bota pra fora! – gritou alguém nos fundos.
Djalminha achou que botar pra fora era botar o pau pra fora, abaixou a cueca.
– Não é isso, você é que tem que se mandar, cara – esbravejou Regininha.
– Mas eu ainda não comi ninguém – disse o Djalminha, como se essa desculpa resolvesse o problema que causara.
– Ele é bem dotado, por mim ficava – falou Telma, a drag queen gulosa, e acrescentou: – Gente, suruba não tem regras!
– Também não é assim.
– Começou uma discussão e a suruba desandou. A magia (?) tinha ido embora. As pessoas foram pegando suas roupas, se vestindo e se despedindo.
Juca, mal humorado, virou-se para a esposa e falou:
– Ô Lola, transa com esse sujeito antes de ele ir embora. Não quero que ele saia por aí espalhando que eu organizo uma suruba de merda!

DIÓGENES

RIO 2016

domingo, 2 de janeiro de 2011

OS HERÓIS TAMBÉM ENVELHECEM - POPEYE

OS HERÓIS TAMBÉM ENVELHECEM - BATMAN

COISAS DA VIDA

Sobre a mesa da cozinha de um apartamento de uma brasileira em Nova York duas formigas se encontraram.
FORMIGA 1 – Good morning!
FORMIGA 2 – Bom dia!
FORMIGA 1 – Você também é brasileira? Chegou quando?
FORMIGA 2 – Hoje. Estava numa laranja que foi exportada pra cá. A dona do apartamento me comprou no quitandeiro coreano da esquina e me trouxe pra cá.
FORMIGA 2 – Eu estou aqui há dias, vim na bolsa da dona do apartamento. Ela estava de férias numa fazenda lá no Paraná, vi a bolsa, entrei e cá estou.
FORMIGA 1 – Paraná você disse?
FORMIGA 2 – Fazenda Santa Imaculada.
FORMIGA 1 – Vim de lá também. Você é de qual formigueiro?
FORMIGA 2 – O Delta 4.
FORMIGA 1 – Eu também.
FORMIGA 2 – Mundo pequeno!

O DIA SEGUINTE

DILMA VAI COMEÇAR CONTENDO GASTOS

E AGORA SALOMÉ?

sábado, 1 de janeiro de 2011

CARTUM DO DIA

NOMES IMPRÓPRIOS

O sujeito procurou o juiz.
- Quero trocar meu nome.
- Como é o seu nome?
- Hermené.
- Gildo? Hermenegildo?
- Não. Meu nome é Hermené, sem o Gildo.
- Apenas Hermené é estranho.
- Por isso que quero trocar meu nome.
- Para que outro nome você quer trocar?
- Ataul.
- Fo. Ataulfo?
- Não. Ataul. Sem o Fo. Não gosto do Fo.
- Entendo. Eu também não gosto do Fo. Tirei o Fo do meu nome.
- E como é o seu nome?
- Aonso.