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CARTUM

domingo, 9 de janeiro de 2011

FISIOLOGISMO

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O MÍNIMO QUE SATISFAZ

SEGUNDO ESCALÃO

O AQUÁRIO

Waltencir tinha ao lado de sua mesa onde trabalhava um aquário com um peixe chamado Cleo. As pessoas que trabalhavam na firma amavam Cleo, mas só souberam disso no dia que Waltencir foi demitido; seu chefe alegou cortes necessários.
O clima do escritório mudou depois disso: dava para sentir o baixo astral no ar e o sentimento de perda no rosto dos funcionários. Durante o expediente nos dias que se seguiram ouviam-se frases como essas:
– Gente, quando entro cumprimento todo mundo, mas agora falta o “bom dia, Cleo”.
– Não consigo trabalhar direito, sinto falta de alguma coisa e os meus olhos estão sempre procurando o Cleo.
Até o rabugento do seu Clovis, que implicava com o peixe, confessou: –– Sinto falta de xingar aquele peixinho nojento.
A produtividade daquele setor caiu e quando a contabilidade mostrou os números o chefe chegou a acusar o “desgraçado” do Waltencir, afinal levara o aquário e o peixe, que eram da firma e que aquilo vinha desmotivando os funcionários.
– Não – respondeu a psicóloga da empresa – o peixe foi Waltencir que comprou.
– Com dinheiro da firma – gritou o chefe, mostrando o quanto ele também gostava do Cleo.
Para acabar com o clima de velório, o chefe ligou para a casa do Waltencir, disse que queria recontratar o Cleo.
– O Cleo só vai se eu for.
Não teve jeito, Waltencir voltou ao escritório levando o aquário. Fizeram uma comemoração ruidosa, foi um dia de festa, como se fosse uma festa de fim de ano antecipada.
Pelos motivos errados Waltencir levou fama de “ser o peixinho do chefe”

CARTUM

SE DIRIGIR...

O QUADRO ATUAL

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O POLITICAMENTE CORRETO E A CRIAÇÃO

LENDAS INDÍGENAS PONTO COM

As lendas indígenas, antes, eram contadas pelos mais velhos em volta da fogueira, e iam passando de geração em geração. Hoje, com os índios tendo acesso à internet, essas lendas vêm sofrendo influências da globalização e elas atualmente são retransmitidas via e-mail e andam um pouco com a síndrome do “crioulo doido” do Stanislaw Ponte Preta.

A ORIGEM DO TROVÃO

Tupã, enquanto viveu na Terra, bebia cauim. Tupã teve problema no fígado e foi viver no céu com os outros deuses e lá só tomava refrigerante. O trovão é o arroto de Coca Cola de Tupã.




OS DEUSES MORDEM E ASSOPRAM

Índio sempre manteve contato com a terra, por isso andava descalço. Para comer índio caçava na floresta que era protegida por Anhangá, que botava espinhos para que indio não matasse os bichos. Mas o generoso Tupã fez com que índio nascesse com a sola do pé grossa. Mas o branco acabou com floresta e Anhangá foi subornado pelo agronegócio. Branco trouxe loja e supermercado e índio não caça mais, por isso a sola do pé de índio ficou fina. Deve ser coisa de Anhangá, esse traíra. Mas Tupã ficou com pena dos índios e mandou de presente a chinela de dedo chamada “Havaiana”.


OS MALES DO AÇÚCAR

Índio que era índio não ia ao dentista, índio que era índio nem conhecia o açúcar. Hoje índio tem cárie e tem que tomar cuidado para preservar nem que seja um dente na boca: para rasgar o pacote de camisinha.