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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

teste vocacional do salário mínimo

Dragão Chinês

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

calote americano. Obama e o dragão chinês

Tiras: Edgard, sempre atrasado...

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Tiras: Edgard, sempre atrasado... goleiro

Tiras: Edgard, sempre atrasado... trem

Tiras: Edgard, sempre atrasado... suruba

Tiras: Edgard, sempre atrasado... festa junina

Tiras: Edgard, sempre atrasado... cemiterio

Tiras: Edgard, sempre atrasado... casamento

Tiras: Edgard, sempre atrasado... assalto

Indilma Jones

Dilma, Eduardo Cunha, PMDB e Indiona Jones

touro lutador de sumô

Furnas: briga de gangues por território

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Furnas: briga de gangues por território. sarney e eduardo cunha

Amarelinha. do céu ao orgasmo. orgasmo feminino

Discurso do presidente da Câmara dos Deputados agradou

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Discurso do presidente da Câmara dos Deputados agradou

beijos perdidos

Depois do Egito, ditadores estão temerosos

Depois do Egito, ditadores estão temerosos

No Cemitério dos Elefantes

No Cemitério dos Elefantes. A formiga da anedota.

O TEMA É GRÉCIA

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

SARNEY E A CADEIRA (1)

SARNEY E A CADEIRA (2)

IH, CHUTOU!

Saguão do aeroporto. Helenita, grávida de oito meses, ao lado do marido Rodolfo quando encontra um deputado. Eles tinham votado nele, mas estavam muito decepcionados com o parlamentar. Deu-se então o seguinte diálogo:
RODOLFO – E aí, deputado, está indo para Brasília?
DEPUTADO – Estou indo trabalhar. Em Brasília a gente trabalha muito.
Helenita botou a mão na barriga e gritou: – Ih. Chutou.
DEPUTADO – Não é chute não, minha senhora. Eu sou um deputado honesto, que dou duro e honro o meu mandato.
HELENITA – Estava falando do meu neném. Ele chutou.
DEPUTADO – Ah, me desculpa. Pensei... bem... desculpa... (T) Mas como eu dizia: eu estou em Brasília para moralizar o Congresso. Eu nunca entrei, nem entrarei em nenhum mensalão, em nenhuma maracutaia.
HELENITA – Ih, chutou!
DEPUTADO – Ah, o bebê chutou de novo?
RODOLFO – Não. A minha mulher está dizendo que o senhor já esteve se metido no último escândalo, no penúltimo e no antepenúltimo e achamos que vai estar no próximo também..
DEPUTADO – É mentira da imprensa. Não. Absolutamente. Nada daquilo foi provado. A mansão que eu comprei, o iate, a minha fazenda foi tudo comprado com dinheiro ganho honestamente.
HELENITA – Ih, chutou.
DEPUTADO – Minha senhora, a senhora está me desrespeitando. Eu fui votado, muito bem votado porque o povo me absolveu. O povo sabe que eu sou ficha limpa.. Por isso dobre a língua.
RODOLFO – Calma, deputado. Ela está falando do bebê. Posso jurar que Helenita não acha que o senhor seja corrupto.
HELENITA – Ih, chutou.
Desta vez foi a vez do Rodolfo contestar a esposa: –Eu chutei?
DEPUTADO – Não vá botar a culpa no bebê, minha senhora. Sei muito bem que a senhora e um monte de babacas andam dizendo que sou desonesto. Quero ver provarem alguma coisa. Provem. Vamos! Prova. Olha que eu levo a senhora às barras dos tribunais. Isso é um absurdo, uma calúnia!
Um outro passageiro que a tudo ouvia interferiu.
– Que isso, deputado? O senhor está brigando com uma mulher grávida? Por que não briga pra moralizar o Congresso?
Outras pessoas vieram meter a colher de pau, o deputado saiu esbravejando e soltando palavrões. Rodolfo ficou chateado porque um pensamento passou pela sua cabeça. Se o bebê que ainda nem tinha nascido também dava seus chutes poderia, no futuro, ser político também.

A HISTÓRIA MAL CONTADA - GALILEU

A HISTÓRIA MAL CONTADA - A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO

Levando trabalho para casa

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Levando trabalho para casa

Levando trabalho para casa

Levando trabalho para casa

Levando trabalho para casa

Levando trabalho para casa

Levando trabalho para casa

Levando trabalho para casa

TIRAS: As Galinhas Filosóficas

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

TIRAS: As Galinhas Filosóficas

TIRAS: As Galinhas Filosóficas

TIRAS: As Galinhas Filosóficas

TIRAS: As Galinhas Filosóficas

TIRAS: As Galinhas Filosóficas

TIRAS: As Galinhas Filosóficas

TIRAS: As Galinhas Filosóficas

TIRAS: As Galinhas Filosóficas

TIRAS: As Galinhas Filosóficas

TIRAS: As Galinhas Filosóficas

TIRAS: As Galinhas Filosóficas

As várias bocas dos políticos

As várias bocas dos políticos

As várias bocas dos políticos



As várias bocas dos políticos

As várias bocas dos políticos

As várias bocas dos políticos

UM FÁBULA (DE DINHEIRO?)

domingo, 23 de janeiro de 2011

CADÊ A OPOSIÇÃO?

A INTERNET E A NUDEZ DOS PODEROSOS

UM ESCRITO INÉDITO DE MACHADO DE ASSIS

Auditório cheio. O professor Sifrônio Luccas abriu o seminário de literatura da Universidade Federal com a frase:
— Tudo que o Machado de Assis nos deixou escrito é literatura de valor universal.
Um homem de terno em desalinho e barba por fazer, ergueu-se na oitava fila da platéia e falou alto, de maneira que todos ouvissem:
— Desculpe interromper, professor, mas tenho que discordar. Nem tudo que o Machado escreveu é importante e eu posso provar – o homem acenou uma folha e girou, encarando o público que o olhava como se olhasse um maluco. – Não é uma opinião. Eu tenho um escrito inédito do escritor Machado de Assis. Posso ler para vocês.
O professor ficou curioso com a afirmação de que um texto inédito do maior escritor brasileiro aparecesse agora. Devido à maneira arrogante do intruso, ele não teve outra saída a não ser deixar o homem subir ao palco.
— Eu estou curioso e acho que todos aqui também querem tomar conhecimento destes escritos que o senhor diz serem inéditos, o que eu duvido. Não devem ter nenhum valor literário.
O homem subiu ao palco e a ele foi dado um microfone:
— Sei que todos vocês são machadianos como eu. Sei que provavelmente conhecem toda a obra do bruxo do Cosme Velho. Mas este texto eu achei dentro de um livro que comprei no sebo. Era um volume de poesia de um desconhecido, onde havia uma dedicatória para Machado de Assis. O livro pertenceu ao escritor que colocou dentro dele, sabe-se lá por que, esta folha de papel. Paguei do meu bolso um exame de grafologia e tenho o atestado de que a letra neste escrito é mesmo de Machado de Assis.
O homem mostrou a folha de papel amarelada pelo tempo. Todos esperavam, aflitos, a leitura do que chamava de “ um escrito inédito de Machado de Assis”. Ele ajeitou os óculos e leu:
Rio de Janeiro
1 camisa
3 lenços
4 pares de meia
1 toalha de rosto
1 tolha de banho
1 lençol
2 fronhas de travesseiro
1 toalha de mesa
E o homem finalizou:
— É um rol para a lavadeira. Nada machadiano — disse o homem, descendo do palco. Sem receber nenhuma palma.

CARTUM